“Uma Proximidade Distante” na Casa da Pedreira pelos alunos da JOBRA

No próximo dia 10 de Junho, às 17h00, na Casa da Pedreira (Gondifelos), será apresentado o resultado final da residência artística dos alunos de teatro do Conservatório da JOBRA, Uma Proximidade Distante.

A entrada é gratuita e limitada aos lugares disponíveis.

umaproximidadedistante

Sinopse
A parceria entre a Fértil Cultural e o Conservatório de Música da Jobra surge no âmbito de uma Formação em Contexto de trabalho com o objetivo de aprimorar e adquirir ferramentas para o mundo do trabalho, aplicando-as assim da melhor forma possível.
O projeto intitulado “ Uma proximidade distante” surgiu numa conexão entre duas PAP´S (Provas de Aptidão Profissional) que consiste na apresentação/espetáculo de um projeto final do curso Artes do Espetáculo- Interpretação, do Conservatório de Música da Jobra. Acabando assim por construir um elo de ligação da peça “Macbeth”, de William Shakeaspeare e a “A Cadeira de Baloiço”, de Samuel Beckett tendo como princípios fundamentais a arte do ator/bailarino.

Direcção Rui Alves Leitão
Criação e interpretação Bruna Herculano, Luís Esteves, Maria Tavares Sandra Ventura

Alunos da JOBRA em residência artística com a Fértil


Quatro alunos finalista do curso de teatro do Conservatório da JOBRA chegaram esta semana ao espaço da Fértil para uma residência artistica no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho do seu curso.

No final da residência, dia 10 de Junho, faremos uma apresentação pública do resultado final. Em breve anunciaremos pormenores. Fiquem atentos. 

BemMarMeQuer no Festival Sementes em Almada

Depois de uma longa pausa, hoje o espectáculo BemMarMeQuer do Teatro Art’Imagem, que conta com a presença da nossa actriz Neusa Fangueiro, regressa ao palco em Almada no âmbito do Festival Sementes.

O espectáculo acontece no Teatro Estúdio António Assunção às 21h30.

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REALIZAR:poesia – No Precipício Era o Verbo em Paredes de Coura

© Graça Ezequiel
© Graça Ezequiel

REALIZAR:poesia – No Precipício Era o Verbo
Carlos Barretto | António de Castro Caeiro | André Gago | José Anjos

22 de Maio de 2016 . 18h30 . Centro Cultura de Paredes de Coura

Tudo começou com a proposta de juntar quatro autores e os seus ofícios — Carlos Barretto (músico e compositor) António de Castro Caeiro (filósofo e tradutor), André Gago (actor e escritor) e José Anjos (músico e poeta) — com um objectivo: o precipício enquanto exercício de contemplação e linguagem — porque caímos juntos; caímos em pensamento e no pensamento uns dos outros, na celebração da vida e dos afectos. Porque o poema é só a face visível do problema.

“no precipício era o verbo” começa por se apresentar ao público em espectáculo, com cerca de 60 minutos de duração, composto pela leitura encenada de poemas, traduções e composições dos quatro autores, com interpretação musical de Carlos Barretto.