Oficina “Música Reciclada” na Fundação Cupertino de Miranda

No dia 30 de Julho, a  Fértil Cultural irá participar em mais uma edição dos “Sábados em Família” da Fundação Cupertino de Miranda de V. N. de Famalicão, desta vez com a oficina “Música Reciclada”. As inscrições podem ser feitas pelo 252 301 650 e museu@fcm.org.pt.

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A música é uma reciclagem dinâmica de sons que nós usamos todos os dias. Para além da reciclagem dos sons, nesta oficina pretendemos desenvolver duas temáticas: a construção de instrumentos musicais com objectos em fim de vida e tocar música com esses instrumentos. Nos dias de hoje é indiscutível a importância da educação ambiental em qualquer geração. A educação artística aliada à educação ambiental é objectivo mais forte desta oficina.

Na construção os participantes irão criar verdadeiros instrumentos musicais com os objectos mais improváveis. O objectivo principal é mostrar que o fim de vida de um objecto é definido por nós e que se houver criatividade podemos dar vida a imensas coisas que iriam para o lixo.

“Uma Proximidade Distante” na Casa da Pedreira pelos alunos da JOBRA

No próximo dia 10 de Junho, às 17h00, na Casa da Pedreira (Gondifelos), será apresentado o resultado final da residência artística dos alunos de teatro do Conservatório da JOBRA, Uma Proximidade Distante.

A entrada é gratuita e limitada aos lugares disponíveis.

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Sinopse
A parceria entre a Fértil Cultural e o Conservatório de Música da Jobra surge no âmbito de uma Formação em Contexto de trabalho com o objetivo de aprimorar e adquirir ferramentas para o mundo do trabalho, aplicando-as assim da melhor forma possível.
O projeto intitulado “ Uma proximidade distante” surgiu numa conexão entre duas PAP´S (Provas de Aptidão Profissional) que consiste na apresentação/espetáculo de um projeto final do curso Artes do Espetáculo- Interpretação, do Conservatório de Música da Jobra. Acabando assim por construir um elo de ligação da peça “Macbeth”, de William Shakeaspeare e a “A Cadeira de Baloiço”, de Samuel Beckett tendo como princípios fundamentais a arte do ator/bailarino.

Direcção Rui Alves Leitão
Criação e interpretação Bruna Herculano, Luís Esteves, Maria Tavares Sandra Ventura

Alunos da JOBRA em residência artística com a Fértil


Quatro alunos finalista do curso de teatro do Conservatório da JOBRA chegaram esta semana ao espaço da Fértil para uma residência artistica no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho do seu curso.

No final da residência, dia 10 de Junho, faremos uma apresentação pública do resultado final. Em breve anunciaremos pormenores. Fiquem atentos. 

BemMarMeQuer no Festival Sementes em Almada

Depois de uma longa pausa, hoje o espectáculo BemMarMeQuer do Teatro Art’Imagem, que conta com a presença da nossa actriz Neusa Fangueiro, regressa ao palco em Almada no âmbito do Festival Sementes.

O espectáculo acontece no Teatro Estúdio António Assunção às 21h30.

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REALIZAR:poesia – No Precipício Era o Verbo em Paredes de Coura

© Graça Ezequiel
© Graça Ezequiel

REALIZAR:poesia – No Precipício Era o Verbo
Carlos Barretto | António de Castro Caeiro | André Gago | José Anjos

22 de Maio de 2016 . 18h30 . Centro Cultura de Paredes de Coura

Tudo começou com a proposta de juntar quatro autores e os seus ofícios — Carlos Barretto (músico e compositor) António de Castro Caeiro (filósofo e tradutor), André Gago (actor e escritor) e José Anjos (músico e poeta) — com um objectivo: o precipício enquanto exercício de contemplação e linguagem — porque caímos juntos; caímos em pensamento e no pensamento uns dos outros, na celebração da vida e dos afectos. Porque o poema é só a face visível do problema.

“no precipício era o verbo” começa por se apresentar ao público em espectáculo, com cerca de 60 minutos de duração, composto pela leitura encenada de poemas, traduções e composições dos quatro autores, com interpretação musical de Carlos Barretto.

Mensagem do 6º aniversário da Fértil Cultural

Hoje celebramos 6 anos de existência, persistência, resistência, resiliência e outras coisas mais que não nos fazem desistir.

Aquilo que parecia aos olhos de alguns, e ainda parece aos olhos de outros, uma miragem, hoje é um acto de coragem. A Fértil Cultural começa agora a mostrar a sua maturidade e capacidade na criação artística, no trabalho com a comunidade e na educação, os três eixos de acção a que nos propusemos desenvolver no dia 26 de Abril de 2010.

Não baixamos os braços quando nos disseram “não”, e de cada “não” recebido transformarmo-lo num novo “sim”, em outros projectos, com outros parceiros, com outras pessoas que compreendem o valor do nosso trabalho e pretendem trabalhar ao nosso lado.

O ano de 2016 está a ser um ano de viragem para a Fértil Cultural. Está a ser um ano de novas ideias, novas colaborações e até novas formas de trabalhar. De hoje a um ano esperamos estar a escrever-vos de novo, exigindo de nós um novo acto de coragem para enfrentar novas dificuldades. Também pretendemos escrever mostrando-vos que conseguimos atravessar mais uma etapa que agora se avizinha.

Este ano não celebramos com uma festa ou espectáculo, mas celebramos em completa unicidade com cada um de vós que nos tem apoiado e acreditado durante todo este tempo.

Bem hajam pelo vossa apoio.

A direcção artística,

Neusa Fangueiro Rui Alves Leitão

REALIZAR:poesia em Paredes de Coura

Durante o mês de Abril a Fértil Cultural está a produzir o evento REALIZAR:poesia, uma organização da Câmara Municipal de Paredes de Coura. O festival acontece entre os dias 21 e 25 de Abril em vários locais da vila de Paredes de Coura. Toda a informação em: realizarpoesia.com.

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Conciliando vontades, o REALIZAR:poesia propõe um conjunto de linguagens poéticas em volta da acção de realizar conforme é tratada nos versos finais do poema Agora Escrevo de Alexandre O’Neill: “Tratava-se de realizar.// «Realizar»: fazer passar/ Para a realidade”. Este manifesto, que convoca a poesia ao desiderato novo de participação na realidade, anima os diversos momentos deste primeiro evento que terá o privilegiado âmbito de Paredes de Coura como cenário. As propostas, apresentadas por dezenas de convidados nacionais e internacionais, abrangem áreas que vão da conversa à performance, da prelecção ao teatro, do lançamento de obra literária à conferência, da leitura de poesia à musica, do cinema à exposição de acervo bibliográfico, et cetera. Pretende-se, acima de tudo, a divulgação e partilha da experiência poética, entre os seus artífices e todos aqueles que se fizerem presentes nesta mítica localidade. O REALIZAR:poesia iniciar-se-á com a inauguração de “mil anos me separam de amanhã”, iniciativa que supera o designativo “exposição” – uma viagem emocional ao universo de Mário de Sá-Carneiro, no âmbito do centenário da sua morte. A obra deste grande nome da literatura portuguesa é assunto de destaque neste REALIZAR:poesia.